O país do quase tem uma conta.
Black Money Inc. / Conhecimento aplicado
A economia preta e periférica é economia brasileira. Quando ela é mantida longe de crédito, contratos, tecnologia e decisão, todo o país cresce abaixo do que poderia.
A tese em uma frase
Inclusão econômica não é custo social. É correção de alocação.
O Brasil não precisa inventar uma população produtiva. Ela já existe. O que precisa ser redesenhado é a estrutura que decide quem acessa formação, crédito, contratos e os lugares onde o valor fica.
O estudo organiza essa conversa em uma linguagem capaz de chegar à empresa, ao governo e a quem financia — sem esconder método, intervalo ou limite.
O que sabemos — e como sabemos
Rigor não precisa aparecer como ruído.
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Fato
55,5%
da população brasileira é preta ou parda, segundo o Censo 2022.
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Estimativa
R$ 800 bi
é a estimativa central de PIB potencial não realizado por ano.
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Hipótese
1,7x
é a hipótese de retenção territorial testada pelo laboratório Afreektech.
Cada número é apresentado com seu status de evidência. Fato, estimativa e hipótese não ocupam o mesmo lugar.
O deslocamento
De beneficiário para produtor. De assistência para infraestrutura.
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01
O fluxo já existe
Consumo e talento negros já movimentam a economia. O desafio é fazer parte desse valor virar propriedade, negócio e capacidade instalada.
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02
A janela é agora
A economia digital pode ampliar o abismo se a formação, a tecnologia e os dados forem construídos para poucos.
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03
A decisão é desenhável
Compras, formação, crédito, inovação e território podem ser organizados em projetos com metas, governança e acompanhamento.
Material para decisão
Uma tese para quem precisa decidir onde colocar capital.
Solicite a leitura executiva do estudo “Sem o Negro, o Brasil não Cresce”. O material completo é destinado a empresas, governos, financiadores e parceiros de implementação.
- Resumo executivo
- Evidências classificadas
- Recomendações de política
O que precisa acontecer?
Um desafio, frente ou projeto que você quer tirar do quase.